“Tudo que eu posso eu vou fazer, tudo que eu quero é estar com você, todas as horas, até o amanhecer. Me diga agora, o que mais posso fazer? (…) Não espere perfeição, não espere gratidão.”
“Tudo que eu posso eu vou fazer, tudo que eu quero é estar com você, todas as horas, até o amanhecer. Me diga agora, o que mais posso fazer? (…) Não espere perfeição, não espere gratidão.”
Fiquei aqui, desde manhãzinha, pensando em o que escrever. As palavras estão transbordando aqui dentro mas se perdem nessa disputa de qual sai primeiro, se embaralham, se confundem, me distraem. Algumas clichês, outras - por vezes - fora do comum. O que posso dizer, afinal? Talvez você já saiba tudo ou talvez não saiba nada. O quê importa? Só me interessa, aqui e agora, que estamos juntas mais uma vez, lado a lado, como todos sempre disseram que estariamos, pertinho assim, como duvidavamos que um dia estaríamos. Veja só, pequena! Consegue enxergar? Consegue sentir como é bom ter você aqui? Esse sorriso malioso e ao mesmo tempo encantador que me tira o sono, essa carinha de quem consegue o que quer e até mesmo esse olhar destraído e aconchegante… Assim, com esse seu jeitinho, só consigo sentir o quanto tu és minha, o quão grande é seu esforço para me mostrar isso e sinto lhe dizer: Tu consegue, tu venceu, tu és minha. E consequentemente, sou inteiramente sua. Não duvide, não discuta, não se perca! É tudo pra você.
“Perdoe-me se precisei fazer de conta que nunca fomos parte um do outro. E se eu continuar fazendo: respira fundo e vive. Uma hora a gente se encontra e vai ser tudo igual e tudo completamente diferente. Depois se perde de novo, porque é provável que não sejamos mesmo um par. Vive. Contabilizei se você mais curou do que abriu feridas, tive medo de saber o resultado”
E é quando me vem á tona todas essas coisas de não poder fazer nada, não poder dizer nada, de se limitar demais. Me vem á cabeça todos os pensamentos que não posso ter, todas as palavras que não posso usar. Essa brincadeira de não querer sentir está se saindo mais séria do que o esperado. Esse limite me trinca, me fecha, me esconde e não pense que essa brincadeira não me custa caro, pois dói, dói muito por aqui. E dói ainda mais não poder demonstrar, não poder deixar esse lado considerado “forte” desabar. Mudar não é mais uma opção, virou necessidade mas eu, ainda assim, queria estar ai, por você, segurando o teu telhado, segurando tuas falhas, lhe protegendo de ti mesma… Consegue me sentir, pequena? Algumas coisas mudaram por aqui, mas tente, tente mais uma vez. Não espere desabar.
“E agora já não quero mais encontrar em você a minha saída. Eu não queria ser o que eu sou pra ti, queria mudar, e enxergar outra pessoa aqui. Eu quero falar, mas não encontro a quem ouvir.”
“Não fique pela metade, vá em frente, minha amiga. Destrua a razão desse beco sem saída.”
“Eu mudo o rumo da conversa, dobro a esquina, quebro a rotina, tiro o telefone do gancho, só pra te ignorar. Se estava tudo errado, se já é passado, nunca foi amor. Isso era questão de tempo, só questão de tempo, nunca foi amor. Então porque será, me diz porque será? Que a gente faz papel de bobo e diz que não está nem aí. Pensando bem não há contradição, é bem normal se for pensar mas numa hora dessas, quem é que pára pra pensar? Então a gente tenta esquecer, muda o canal, quebra a tv. Assalta a geladeira, bebe a noite inteira, só pra se ignorar. Se eu atrasei teu lado, se já é passado, nunca foi amor. Se você pisou na bola e não é de agora, que não é amor.”
“Tratei de sair, tratei de sorrir. Um homem se faz forte quando se decepciona.”
“Fala;
Fala de novo;
Fala que ta na hora;
Fala, pois tens direito.
São muitos anos, foram muitos planos. Muita merda foi feita, muita merda foi dita.
Mas fala, pois não dói escutar.
Fala, pois sabes o que falar.”